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Revista Inteligência Empresarial - n.03

Abril de 2000

Centro de Referência em Inteligência Empresarial da Coppe/UFRJ

Será que Wall Street está passando por um déjà vu?

No primeiro semestre do ano passado, as ações das empresas da Velha Economia caíam; este ano, os papéis das companhias industriais mostravam-se em recuperação, enquanto as empresas de tecnologia eram massacradas.

Descobrir o que vai acontecer daqui para a frente é essencial para os investidores, preocupados com o que fazer com seu dinheiro nesses tempos de incerteza. É importante também para mercados emergentes como o Brasil, que dependem do desempenho do mercado americano.
Atribuir valor a uma empresa ou empreendimento já não é tão simples quanto costumava ser. Como avaliar as empresas da Nova Economia?

As práticas e métricas em uso hoje ainda são as da Velha Economia, para a qual o importante é medir os bens tangíveis. Mas as empresas da nova era possuem ativos diferentes dos tradicionalmente contabilizados nos balanços. Entre os novos ativos estão o conhecimento, a ética e o respeito pelo meio ambiente.

Este é o ponto central do artigo de Verna Allee, “Novas ferramentas para a Nova Economia”, comentado pelo professor Marcos Cavalcanti, da UFRJ/COPPE. Em seu estimulante texto, Allee nos apresenta dois novos conceitos para a avaliação de negócios – o capital ambiental e o capital social.

Nos tempos que correm, já se tornaram rotineiras as fusões e incorporações de empresas. Segundo dados da Ernst & Young, no primeiro trimestre do ano 2000 o movimento de fusões e aquisições no mundo cresceu 65% em relação ao mesmo período do ano anterior. No Brasil, o percentual de crescimento foi de 41%. Um aspecto essencial desse processo é o monitoramento do ambiente de negócios. Por isso, trazemos nesta edição um artigo sobre a influência da Inteligência Empresarial na competitividade, no qual Carlos Alberto Marques Couto discute metodologias para essa área.

Ainda neste número, Eugênia Loureiro resenha o livro A Riqueza e a Pobreza das Nações – Por que algumas são tão ricas e outras são tão pobres, de David Landes. É uma obra que nos faz refletir sobre como produtividade, justiça social, educação e conhecimento, fatores centrais para o processo de desenvolvimento, podem contribuir para eliminar o determinismo ao subdesenvolvimento.

E, finalmente, pensando no fator humano, recurso imprescindível ao sucesso de qualquer empreendimento, trazemos um artigo de Claudia Adler, diretora de RH e Qualidade da Módulo Security Solutions, que aborda questões candentes no atual momento de mudança empresarial. Discute a horizontalização das empresas em contraponto ao modelo hierárquico tradicional, comenta a formação de equipes virtuais, montadas e desmontadas ao sabor de projetos específicos, e discorre sobre a comunicação “sem barreiras” nas empresas da nova era.
Como se vê, são muitos e diversificados os temas que este número de Inteligência Empresarial nos traz para reflexão.


Até a próxima,

Os Editores

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