Simone Pereira de Sá, Beatriz Polivanov e Simone Evangelista


Alessandra Maia é doutoranda em Tecnologias da Comunicação e Cultura PPGCOM/Uerj – bolsista Faperj –, pesquisadora do Laboratório de Pesquisa em Comunicação, Entretenimento e Cognição (CiberCog) e integrante do Laboratório de Pesquisas em Tecnologias de Comunicação, Cultura e Subjetividade (LETS) e do LabCult.

Amilcar Bezerra é doutor em Comunicação pela Universidade Federal Fluminense (UFF) e professor do Núcleo de Design do Centro Acadêmico do Agreste (CAA) da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Atua na área de Comunicação com foco em teoria social da mídia e sociologia da cultura. Desde 2004 atua como docente em cursos de Comunicação Social e áreas afins. Desenvolve pesquisas referentes a processos de produção, circulação e consumo de bens culturais em sociedades periféricas. Coordena a implantação do bacharelado em Mídias Sociais e Produção Cultural da Universidade Federal de Pernambuco.

Beatriz Polivanov é professora do Departamento de Estudos Culturais e Mídia, bem como do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal Fluminense. Doutora e mestre em Comunicação pela mesma instituição, onde desenvolveu pesquisa de pós-doutoramento na linha de Estéticas e Tecnologias da Comunicação. Atuou como cocoordenadora do LabCult em 2015 e 2016 e é integrante do grupo desde 2010. Autora do livro Dinâmicas identitárias em sites de redes sociais: estudo com participantes de cenas de música eletrônica no Facebook (Multifoco, 2014).

Daniel Domingues é coordenador de música da Superintendência de Artes da Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro. Mestre em Cultura e Territorialidades pela Universidade Federal Fluminense, onde desenvolveu pesquisa na linha de Mediações, Saberes Locais e Práticas Sociais. Graduado em Direito pelo IBMEC – Rio de Janeiro. É colaborador do LabCult desde 2013.

Diego Brotas é doutorando do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal Fluminense (PPGCOM/UFF), membro atual do LabCult com interesse de pesquisa voltado para música, cultura digital e espaço urbano. Mestre em Comunicação e Cultura Contemporâneas pela Universidade Federal da Bahia (Poscom-UFBA), na linha de pesquisa em Cibercultura. Colaborador do coletivo cultural Expurgação (expurgacao.art.br).

Gustavo Alonso é professor efetivo do curso de Comunicação do Centro Acadêmico do Agreste/Caruaru da UFPE. Autor de Cowboys do Asfalto: música sertaneja e modernização brasileira (Civilização Brasileira, 2015) e Simonal: quem não tem swing morre com a boca cheia de formiga (Record, 2011). Mestre e doutor em História Social pela UFF. Participou do LabCult de 2009 a 2014.

Heitor da Luz Silva é professor do UniFOA e pesquisador interessado nas relações entre música e meios de comunicação de massa. Autor do livro Rock e Rádio FM: Fluminense Maldita, Cidade Rock e o circuito musical. Graduado em Comunicação Social, com habilitação em Cinema, pela UFF, doutor e mestre em Comunicação formado pelo PPGCOM da mesma instituição. Membro do LabCult entre 2006 e 2013.

Henrique Ramos Reichelt é doutorando do Programa de Pós-graduação em Comunicação Social da Universidade Federal Fluminenes e mestre pela mesma instituição (2011). Possui master em Sociologie, Art, Culture et Médiations Techniques pela Université Pierre Mendès France – Grenoble, França (2007-2010). Graduou-se em Comunicação Social – Publicidade e Propaganda pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (2005). Participa do LabCult desde 2009.

Jeder Janotti Junior é pesquisador com bolsa produtividade do CNPq e professor do Programa de Pós-graduação em Comunicação e do Departamento de Comunicação da UFPE. Graduado em Jornalismo pela Universidade Federal do Espírito Santo (1990), mestre em Multimeios pela Universidade Estadual de Campinas (1994) e doutor em Ciências da Comunicação pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (2002), com estágio de doutoramento na McGill University (Montreal, 2000). Tem experiência na área de Comunicação e Música, atuando principalmente nos seguintes temas: música popular massiva, estudos culturais e cenas musicais. É coordenador do Laboratório de Análise de Música e Audiovisual (L.A.M.A), financiado pelo CNPq. Autor e organizador dos livros Aumenta Que Isso Aí é Rock and Roll, Heavy Metal com Dendê, Comunicação e Música Popular Massiva, Comunicação e Estudos Culturais, Cenas Musicais e Rock Me Like The Devil: a assinatura das cenas musicais e das identidades metálicas.

José Cláudio Castanheira é doutor em comunicação pela Universidade Federal Fluminense, com estágio de doutoramento na McGill University (2013). É professor e coordenador do curso de Cinema da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Pesquisador nas áreas de música, estudos do som e cinema. Colaborou nos livros Reverberations: The Philosophy, Aesthetics and Politics of Noise (2012), editado por Michael Goddard, Benjamin Halligan e Paul Hegarty, e Small Cinemas in Global Markets: Genres, Identities, Narratives (2015), editado por Lenuta Giukin, Janina Falkowska e David Nasser. Atua também como compositor de trilhas musicais e sound designer para cinema e televisão. Participa do LabCult desde 2008.

Luca Romani é doutorando do programa Erasmus Mundus Joint Doctorate (EMJD). No seu trabalho, enfoca a análise dos poemas sonoros produzidos pelos grupos de poesia concreta Noigandres e Stuttgarter Gruppe, numa abordagem comparativa. Romani trabalha atualmente na Universidade de Tübingen. Participou do LabCult durante o ano de 2014, quando cursou parte do seu doutorado na UFF.

Lucas Waltenberg é mestre e doutor pelo Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade Federal Fluminense, com graduação em Estudos de Mídia na mesma instituição. Interesse de pesquisa recai sobre indústria fonográfica, cultura digital e tecnologias de reprodução musical. Entre idas e vindas, participa do LabCult desde 2006. Atualmente, também atua como analista de mídias sociais e consultor de marketing digital através da empresa Mistura Digital.

Luciana Xavier de Oliveira é doutora em Comunicação Social pelo Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade Federal Fluminense, com estágio doutoral na Universidade Tulane, nos EUA, e na Universidade de Tübingen, na Alemanha. Bacharel em Jornalismo pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, mestre em Comunicação e Cultura Contemporânea pela Universidade Federal da Bahia. Desenvolve pesquisa sobre música popular e identidade afro-brasileira.

Luiz Adolfo Andrade é jornalista, professor e pesquisador. Trabalha na Universidade do Estado da Bahia (Uneb) no curso de Jornalismo e no Programa de Pós-graduação em Educação, Cultura e Territórios Semiáridos (PPGESA). Doutor em Comunicação e Cultura Contemporânea (cibercultura) pela Universidade Federal da Bahia. Coordena o Laboratório de Estudos em Mídia e Espaço (Leme/CNPq). Foi pesquisador da primeira turma do LabCult, participando desde sua fundação, em 2006, até 2008.

Luiza Bittencourt é coordenadora de projetos da Ponte Plural e doutoranda em Comunicação pela Universidade Federal Fluminense. Mestre em Comunicação pela mesma instituição, onde desenvolveu pesquisa na linha de Estéticas e Tecnologias da Comunicação. Graduada em Direito pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, tem especialização em Direito do Entretenimento pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro e pós-graduação em Propriedade Intelectual pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Pesquisadora associada ao LabCult desde 2013.

Macello Medeiros é graduado em Comunicação Social com habilitação em Publicidade e Propaganda pela UCSal. Mestre e doutor pelo Programa de Pós-graduação de Comunicação e Cultura Contemporânea da Faculdade de Comunicação da Universidade Federal da Bahia. Professor adjunto da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia no Centro de Cultura, Linguagens e Tecnologias Aplicadas (Cecult). Coordenador do Ambiente de Criação, Inovação e Pesquisa em Mídia e Mobilidade (CNPq/UFRB), onde desenvolve pesquisas sobre cidades e informação. Membro do GT de Acessibilidade e Mobilidade do Crea-BA. Membro do Laboratório de Pesquisa em Mídia Digital, Redes e Espaço – Lab404 (CNPq/UFBA). Atuou na área de áudio como produtor musical, técnico de som direto, microfonista em diversas produtoras de áudio e vídeo em Salvador. Vencedor do prêmio Harold A. Innis, concedido pela Media Ecology Association (MEA), em 2012.

Marcelo Garson é bolsista Faperj/Capes, pós-doutorando em comunicação pela UFRJ, doutor em sociologia pela USP, mestre e bacharel em comunicação pela UFF. Participou do LabCult desde a sua fundação até o ano de 2009. Nesse período, envolveu-se em dois projetos de iniciação científica que tinham a música eletrônica como objeto de estudo, tema desdobrado em sua dissertação de mestrado: Quem é o melhor Dj do mundo? Disputas simbólicas na cena de música eletrônica. No doutorado, investigou a gênese da cultura jovem e do rock no Brasil, com a tese Jovem Guarda: a construção social da juventude na indústria cultural. Atualmente trabalha na pesquisa “A vida bem sucedida nas páginas dos jornais cariocas: jornalismo de autoajuda e as representações do sucesso”. Possui experiência docente, além de diversas participações em congressos e publicações em livros e periódicos.

Melina Aparecida dos Santos Silva é doutoranda em Comunicação pela Universidade Federal Fluminense (UFF), professora substituta do curso de Estudos de Mídia (2015.2). Mestre em Comunicação pela Universidade Federal Fluminense (UFF) e integrante do Laboratório de Pesquisa em Culturas e Tecnologias da Comunicação (LabCult/UFF).

Natália Ribeiro é mestranda em Comunicação Social pela Universidade Federal Fluminense (UFF), membro do Laboratório de Pesquisa em Culturas e Tecnologias da Comunicação (LabCult/UFF).

Olívia Bandeira é doutoranda em Antropologia Cultural pelo PPGSA da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e mestre em Comunicação Social pela Universidade Federal Fluminense (UFF), participando do LabCult entre 2008 e 2011. Foi coordenadora de Diversidade Cultural da Secretaria de Estado de Cultura do Estado do Rio de Janeiro, coordenadora da área de pesquisa em Economia da Cultura do Instituto Sociocultural Overmundo e coordenadora de projetos da ONG Bem TV – Educação e Comunicação.

Pedro Silva Marra é formado em Comunicação Social, habilitação Jornalismo, pela Universidade Federal de Minas Gerais, mestre em Comunicação Social pela mesma instituição e doutorando pelo Programa de Pós-graduação em Comunicação Social da Universidade Federal Fluminense. Foi professor do curso de Comunicação Social – Jornalismo e Publicidade no Centro Universitário Newton Paiva e no Instituto Metodista de Minas, em Belo Horizonte. Trabalha com áudio desde 2001, atuando nas áreas de produção para rádio, produção musical, som para audiovisual e paisagens sonoras. Foi coordenador e avaliador do Programa Cultura Viva em Minas Gerais nos anos de 2009 e 2010. Desde 2008, realiza pesquisa sobre as sonoridades dos estádios de futebol durante partidas do Clube Atlético Mineiro, que visa compreender como os sons são utilizados pelos torcedores nos processos de articulação/desarticulação da torcida e no intuito de incentivar/atrapalhar os jogadores em campo na realização de suas jogadas. Participa do grupo de pesquisa LabCult desde 2013.

Simone Evangelista é doutoranda em Comunicação pela Universidade Federal Fluminense. Mestre em Comunicação pela mesma instituição. Bacharel em Jornalismo pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, é pesquisadora associada ao LabCult desde 2012.

Simone Pereira de Sá é professora do Departamento de Estudos Culturais e Mídia e do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade Federal Fluminense. Graduada em Ciências Sociais, mestre e doutora em Comunicação e Cultura pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, com pós-doutorado na McGill University e no King’s College/University of London. Criadora e coordenadora do Laboratório de Pesquisa em Culturas e Tecnologias da Comunicação da Universidade Federal Fluminense (LabCult/UFF) e pesquisadora PQ do CNPq. Autora de livros e artigos na área de Comunicação, Cultura e Tecnologias, com ênfase na subárea temática de som, música e cultura digital, dentre os quais: Cultura Pop (organizado com Carreiro e Ferraraz [EdUFBA, 2015]); Cenas Musicais (organizado com Janotti Jr. [Anadarco, 2013]); e Rumos da Cultura da Música (Sulina, 2010).

Tiago José Lemos Monteiro é doutor em Comunicação pela Universidade Federal Fluminense, mestre em Comunicação e Cultura pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e bacharel em Comunicação Social – Rádio e TV pela mesma instituição. Professor efetivo do bacharelado em Produção Cultural e da pós-graduação lato sensu em Linguagens Artísticas, Cultura e Educação do Instituto Federal do Rio de Janeiro – campus Nilópolis, onde também coordena o Núcleo de Criação Audiovisual. Autor de Tudo isto é Pop: portugalidades musicais contemporâneas entre a tradição e a modernidade (Caetés, 2013). Também atua como roteirista e realizador audiovisual independente. Participou do LabCult de 2008 a 2012.

Thiago Soares é professor do Programa de Pós-graduação em Comunicação (PPGCOM) da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), autor dos livros A Estética do Videoclipe (2014) e Videoclipe – o Elogio da Desarmonia (2005), integrante do Laboratório de Análise de Música e Audiovisual (L.A.M.A).

Livros do autor

capa do livro

Música, som e cultura digital

Perspectivas comunicacionais brasileiras

Simone Pereira de Sá, Beatriz Polivanov e Simone Evangelista