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Revista Inteligência Empresarial - n.13

Outubro de 2002

Centro de Referência em Inteligência Empresarial da Coppe/UFRJ

Estamos vivendo uma época de mudanças – sociais, econômicas, legais, políticas –, enfim, em todos os setores. Temos um novo presidente da República, que se apresenta com um discurso bem mais próximo dos anseios do povo e, esperamos, que das empresas também. Neste cenário, a revista Inteligência Empresarial foi buscar para vocês um assunto que também é polêmico e que pressupõe um conjunto de transformações. Estamos falando de grandes mudanças empresariais. Vamos dialogar sobre Governança Corporativa. Mas, antes de começar, vamos entender o que significa este termo.

Governança corporativa são as práticas e os relacionamentos entre os acionistas, Conselho de Administração, Diretoria, Auditoria Independente e Conselho Fiscal de uma empresa com o objetivo de melhorar seu desempenho e facilitar o acesso ao capital. Logo, podemos concluir que envolve fortemente uma mudança de postura de todos na empresa.

Segundo o Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC), “o modelo empresarial brasileiro encontra-se num momento de transição. De oligopólios, empresas de controle e administração exclusivamente familiar e controle acionário definido e altamente concentrado, com acionistas minoritários passivos e Conselhos de Administração sem poder de decisão, caminhamos para uma nova estrutura de empresa, marcada pela participação de investidores institucionais, fragmentação do controle acionário e pelo foco na eficiência econômica e transparência de gestão” (http://www.ibgc.org.br).

É justamente por possuir este olhar sobre este assunto, que trazemos para vocês dois artigos muito interessantes, publicados recentemente pela OCDE: o primeiro trata de governança e responsabilidade, onde é discutida a abrangência do tema e o segundo, sobre comportamento corporativo, onde mostraremos sua relação com o desenvolvimento sustentável.

E já que estamos falando de mudanças de postura em empresas, procuramos abordar, também, o surgimento de empresas e de empreendedores, mostrando meios de enfrentar os desafios do mercado. Para discutir estes assuntos, trouxemos o artigo de Cláudio D’Ipólitto, que nos apresenta dados impressionantes sobre a trajetória das pequenas empresas no Brasil e o relato empolgante de Mariana Lopes, sobre sua experiência como empreendedora juvenil no desenvolvimento de uma empresa júnior. Mariana foi tão bem-sucedida que passou a atuar como assessora de novos empreendedores. Vamos ler o texto e ver como isto aconteceu?

E, para finalizar, apresentamos um artigo sobre construção de ambientes de conhecimento na indústria de petróleo. E por que? Primeiro, porque tratar de empreendedorismo e mudança de gestão em empresas sem discutir o papel fundamental do conhecimento não faz sentido. A inteligência de uma empresa está baseada na sua capacidade de gerar conhecimento e colocar novos produtos no mercado. E, segundo, porque a área de petróleo é estratégica para o País. Combinação interessante, não é mesmo?

Então, até a próxima e ótima leitura.

 

Os Editores

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