capa do livro

Ares do Brasil

Celso Furtado, o lugar do desenvolvimento

Andreia Ribeiro Ayres

Introdução

I. Da “Redução Sociológica” à “Redução Econômica”: Pensando em Celso Furtado a partir de Guerreiro Ramos

  • Um sociólogo e suas circunstâncias
  • Contra a “sociologia enlatada”
  • Por uma “sociologia operativa”
  • Desenvolvimento e indústria
  • Sobre as virtudes da “redução sociológica”

II. Uma curiosidade andante e compromissada: Sobre a formação do jovem Celso Furtado

  • Em diálogo com o mundo que o pós-guerra faz nascer
  • Rompendo “muralhas da China”: clausura burocrática e formalismo acadêmico
  • Cepal or not Cepal. O encontro com Raúl Prebisch e as aventuras de um saber situado
  • Garimpando uma teorização autêntica

III. Um Keynesiano Atípico

  • O apelo da imaginação
  • O recurso ao contraste e o saber situado da formação do Brasil
  • Protagonista da consciência crítica brasileira

IV. Nordestino do Brasil

  • Mais além dos modelos
  • Sobre teoria, técnica e política
  • Nordeste

V. Do Homo Oeconomicus ao Homo Situs

Homens e coisas

Enraizamento e invenção

Conclusão

Referências Bibliográficas

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Lia Hasenclever, Maria Auxiliadora Oliveira, Julia Paranhos e Gabriela Chaves (orgs.)

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Lia Hasenclever, Julia Paranhos, Gabriela Chaves e Maria Auxiliadora Oliveira (orgs.)

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Marcelo P. Matos, José E. Cassiolato, Helena M. M. Lastres, Cristina Lemos, Marina Szapiro (orgs.)

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Do Desenvolvimento Global aos Sítios Locais

Uma crítica metodológica à Globalização

Henry Panhuys (tradução de Michel Thiollent)